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Educação Física - Bacharelado
Sobre o curso
Aqui as Teorias te Levam à Prática
Bacharelado em Educação Física na Anhanguera: 4 anos para você atuar como personal trainer, em academias, clubes, estúdios de pilates e gestão esportiva. O curso oferece prática em laboratórios de avaliação física desde o início.
Quanto ganha um profissional de Educação Física
A média salarial do profissional de Educação Física no Brasil é de R$ 3.376,08, mas a remuneração varia bastante conforme área de atuação e modelo de trabalho. Personal trainers e profissionais especializados em pilates, reabilitação esportiva ou preparação física de atletas estão entre os mais bem pagos do setor, com renda que pode passar de R$ 8.000/mês. O mercado fitness brasileiro é o segundo maior do mundo em número de academias.
Fonte: Portal Salário/CAGED-MTE, Conselho Federal de Educação Física (CONFEF), Glassdoor Brasil.
R$ 2.500,00
Média Salarial
Profissional de Academia (musculação/funcional)
R$ 4.500,00
Média Salarial
Personal Trainer / Instrutor de Pilates
R$ 5.500,00
Média Salarial
Coordenador Técnico de Academia / Clube
No curso de Educação Física você vai desenvolver habilidades fundamentais para se destacar no mercado, incluindo:
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Avaliação física e antropométrica;
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Prescrição de treinamento personalizado;
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Musculação e treinamento funcional;
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Pilates e atividades aquáticas;
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Fisiologia do exercício e nutrição esportiva;
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Gestão esportiva e empreendedorismo fitness.
Diferentes formas pra você aprender
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Já cursa Educação Física em outra instituição?
Traga seu histórico para Anhanguera, aproveite as disciplinas já cursadas e termine sua graduação em Educação Física. Aqui você encontra práticas em laboratórios e estágios em academias.
Dúvidas sobre o curso? A gente responde.
O bacharel em Educação Física é o profissional habilitado a avaliar, prescrever, orientar e acompanhar atividade física e exercícios com foco em saúde, estética, performance esportiva e qualidade de vida. Após formado e registrado no Conselho Regional de Educação Física (CREF), pode atuar como personal trainer, instrutor de academia, preparador físico de atletas, instrutor de pilates, profissional de hidroginástica, coordenador técnico de clubes, gestor de academias, profissional de reabilitação esportiva (em conjunto com fisioterapeuta) e em programas de saúde corporativa.
A média salarial CLT do profissional de Educação Física é de R$ 3.376,08 (CAGED/MTE). Em academias, o instrutor de musculação ganha entre R$ 2.000 e R$ 3.500. Personal trainers e instrutores especializados (pilates, treinamento funcional) ficam entre R$ 4.500 e R$ 8.000. Profissionais com clientela própria, atendimento em domicílio ou em estúdios premium podem ultrapassar R$ 10.000/mês, especialmente nas capitais. Está em tramitação na Câmara o piso salarial nacional de R$ 3.600 para 30h semanais.
O bacharelado em Educação Física tem duração de 4 anos (8 semestres), com carga horária mínima de 3.200 horas, conforme regulamentação do MEC. Inclui aulas teóricas, práticas em laboratórios de avaliação física e biomecânica, atividades em piscinas, ginásios e centros esportivos, estágio supervisionado obrigatório e Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
São dois cursos distintos, com habilitações profissionais diferentes. O Bacharelado (4 anos) forma profissionais para atuar no mercado não-escolar: academias, clubes, personal training, esporte de rendimento, pilates, treinamento funcional, gestão esportiva e saúde. A Licenciatura (4 anos) forma professores para escolas: educação infantil, ensino fundamental e médio, em redes pública e privada. Quem quer atuar nas duas áreas precisa fazer as duas formações (ou complementação pedagógica após o bacharelado). A escolha é definida na hora da matrícula.
O curso de Educação Física pode ser ofertado em modalidade semipresencial, mas não 100% EAD, devido à grande quantidade de práticas corporais, avaliação física e estágios supervisionados exigidos pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e pelo CONFEF. Na Anhanguera, o curso é oferecido em presencial e semipresencial — esta última com aulas teóricas online e práticas, estágios e avaliações sempre presenciais nos polos de apoio.
O estágio supervisionado é obrigatório, com carga horária mínima de 400 horas, distribuídas a partir do 5º ou 6º semestre. Acontece em academias, clubes esportivos, estúdios de pilates, centros de reabilitação, programas de saúde corporativa, equipes esportivas e instituições conveniadas. É a fase em que você aplica a teoria das aulas em contexto real, prescrevendo treinos, fazendo avaliações físicas e acompanhando alunos sob supervisão de profissionais registrados no CREF.
O bacharel pode atuar em mais de 10 áreas. Algumas são: (1) Academias e centros fitness: musculação, funcional, ginástica; (2) Personal trainer: atendimento individualizado; (3) Pilates: uma das áreas que mais cresce; (4) Treinamento esportivo: preparador físico de atletas amadores e profissionais; (5) Atividades aquáticas: natação, hidroginástica; (6) Saúde corporativa: em empresas, com foco em ergonomia e qualidade de vida; (7) Reabilitação esportiva: em parceria com fisioterapeutas; (8) Gestão esportiva: direção técnica de academias e clubes; (9) Esporte adaptado e inclusivo; (10) Programas comunitários de saúde pública (CRAS, SUS, ONGs).
Sim. Após formado e registrado no CREF, o bacharel em Educação Física pode abrir academia, estúdio de pilates, espaço de treinamento funcional, centro de personal training ou consultoria esportiva. O empreendedorismo é uma das maiores tendências da área — segundo o CONFEF, o número de profissionais autônomos cresce de forma consistente nos últimos anos, especialmente em estúdios pequenos especializados (boutique studios) e em atendimento online (consultoria à distância). É comum educadores físicos formarem CNPJ ainda durante o estágio.
O Brasil é o segundo maior mercado de academias do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, com mais de 35 mil estabelecimentos em operação. O setor cresceu 14% ao ano nos últimos quatro anos, impulsionado por: (1) aumento da preocupação com saúde mental e física pós-pandemia; (2) expansão de redes de academia e estúdios de pilates; (3) profissionalização do personal training com aulas online e híbridas; (4) envelhecimento da população demandando atividade física orientada. Há demanda contínua por profissionais qualificados em todas as regiões do país.
Sim, por quatro razões: (1) mercado em expansão: o setor fitness brasileiro é o 2º maior do mundo e segue crescendo; (2) alta autonomia profissional: você pode escolher entre CLT em academia, autônomo como personal, empreendedor com estúdio próprio ou atendimento online; (3) conexão com saúde e bem-estar: uma das profissões com maior satisfação no trabalho, segundo pesquisas com profissionais da área; (4) escalabilidade de renda: com especialização e clientela consolidada, é possível multiplicar o salário inicial em poucos anos, especialmente em áreas premium como personal training, pilates e preparação física esportiva.